Ontem,
dia 1º de dezembro, assisti num templo budista em São Paulo ordenação e
investidura de uma companheira do Cimi. Agora é monja, casada, com marido e
filho adulto, e se chama Aida Kakuzen. Recebeu o hábito da Monja Coen Sensei
que é missionária e fundadora da comunidade Soto Shu – Zen Budismo com sede no
Japão. Fiquei impressionado com a formalidade da cerimônia e a promessa do
despojamento cobrada da monja Kakuzen. Quando a missionária Coen lhe cortou o último chumaço de cabelo como num rito de iniciação indígena, só coube silêncio, emoção,
simpatia e Namasti: “o Deus do meu coração saúda o Deus no teu coração”!
Ao voltar para casa ou para lugar nenhum, fui obrigado a travessar outro cenário, o mercado natalino, nas ruas e casas de comércio. A sociedade de consumo promete e exige o gozo ininterrupto e desconhece o Advento, proposto como tempo de conversão, purificação e despojamento. O gozo natalino se apropriou além de dezembro, também do mês de novembro inteiro e o Dia mundial da Luta contra a Aids”, nesse mesmo 1º de dezembro, parece um intruso utilizado para sustentar a imagem do politicamente correto.
Ao voltar para casa ou para lugar nenhum, fui obrigado a travessar outro cenário, o mercado natalino, nas ruas e casas de comércio. A sociedade de consumo promete e exige o gozo ininterrupto e desconhece o Advento, proposto como tempo de conversão, purificação e despojamento. O gozo natalino se apropriou além de dezembro, também do mês de novembro inteiro e o Dia mundial da Luta contra a Aids”, nesse mesmo 1º de dezembro, parece um intruso utilizado para sustentar a imagem do politicamente correto.

Finalmente
volto ao Largo São Francisco/SP. Primeiro Domingo de Advento. A Orquestra
Sinfônica Jovem e Coro Infanto-Juvenil & Coro de Repertório da Fundação das
Artes de São Caetano do Sul apresenta o Magnificat, de Johann Sebastian Bach e
Coração Civil, de Milton Nascimento. Finalmente, gratuidade, beleza, Advento
Encantado. Primeira luz na coroa de Advento.
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