
Desde que a FUNAI iniciou o processo de demarcação da Terra Tupinambá as fazendas invasoras daquele território passaram a contratar pistoleiros e iniciaram campanhas difamatórias nas rádios e jornais locais, incitando a população regional contra os índios. Como consequência da disputa pela posse da terra os Tupinambá respondem a uma série de inquéritos e processos criminais patrocinados pela Polícia Federal, numa estratégia clara de criminalização de sua luta legítima em defesa de seu território tradicional. Em decorrência dessa ofensiva de criminalização já estão presos os indígenas Rosivaldo e seu irmão Givaldo e sua irmã Glicéria, além do bebê Erúthawâ, filho de Gicéria, com apenas dois meses de idade. Estranhamente nenhum fazendeiro ou pistoleiro foram processados pelas violências cometidas.
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