Nascer na rua, no Amparo ou na Favela -
para viver onde?
1. O Amparo Maternal de São Paulo
O Amparo Maternal é uma Instituição filantrópica com 70 anos de história em assistência a gestante de todo País pelo Sistema Único de Saúde - SUS. Nasceu da concepção de que nenhuma parturiente na cidade de São Paulo deveria ficar sem um local adequado para dar à luz.
Fundado em 1939 por um grupo de pessoas lideradas pela franciscana Madre Marie Domineuc, pelo médico e professor Dr. Álvaro Guimarães Filho e pelo Arcebispo de São Paulo Dom José Gaspar de Alfonseca e Silva, o Amparo Maternal nasceu com a ideologia de albergar gestantes que não tinham um local digno para dar à luz, muitas delas vivendo nas ruas da cidade de São Paulo.
Voluntárias no Amparo |
Com o apoio da Associação Congregação de Santa Catarina desde o ano de 2008 em sua gestão, o Amparo Maternal vem desenvolvendo novos projetos sociais e de formação profissional, para cada vez mais contribuir com sua missão de valorização da vida. A valorização do ser humano e do momento do nascimento está presente em todas as ações dos profissionais e voluntários que aqui trabalham. Opção pelos pobres significa: os pobres em primeiro lugar e para os pobres o melhor!
2. Viver na favela: 11 milhões de brasileiros


3. Para onde vais? „Ficar em albergue é como ficar na rua. A gente precisa é de uma moradia“.
Sob sol intenso, os moradores que ficaram desabrigados após o incêndio da Favela do Moinho, na região de Campos Elíseos, no Centro de São Paulo, se reuniam em frente a uma creche para pegar água e alimentos na manhã desta sexta-feira (23). Entre eles, os relatos de quem perdeu tudo em meio às chamas.

“Eu estou um pouquinho triste. Queimou a minha roupa, minha bicicletinha, os copos, os pratos”, contou Amanda Teixeira da Silva, de 6 anos. A mãe dela, Maria Teixeira dos Santos, de 44 anos, pediu abrigo a uma amiga. “Esse Natal vai ser triste”, disse.
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Feliz Natal |
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